segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Como consegue um homem desviar 50 mil milhões de dólares…..

Bernard Madoff, 70 anos, norte americano, antigo presidente do mercado de valores Nasdaq era um respeitável homem de negócios. Começou com a sua empresa Bernard L. Madoff Investment Securities LLC em 1960 dirigindo-a até 11 de Desembro de 2008. Madoff é acusado de estar por trás de um esquema multimilionário e fraudulento que causou perdas a bancos e privados de todo o mundo no valor de 50 mil milhões de dólares.
A credibilidade de Bernard Madoff, como gestor de fundos, pelas posições que havia ocupado e pelo círculo social em que se movimentava, atraía grandes nomes que por si só atraiam novos investidores, arrastando assim a sua influência a bancos, hedge founds e mesmo organizações beneficentes o que lhe permitiu implementar um esquema em pirâmide baseado no desenvolvido por Ponzi. Assim, as empresas eram atraídas a investir com rendibilidade garantida e taxas de remuneração muito elevadas que rondavam os 10% ao ano. Madoff usava o dinheiro dos novos investidores para pagar a clientes antigos que pretendiam resgatar os fundos investidos uma vez que os rendimentos não eram entregues aos investidores, ou seja, estes apenas acreditavam que o capital investido e os lucros estava lá e acompanhavam o seu crescimento. O dinheiro era apenas manuseado de uns clientes para outros não havendo criação de riqueza efectiva com investimentos financeiros, obrigacionistas ou quaisquer outros.
Ora, num contexto de crise financeira, económica e sobretudo de confiança, e tendo em conta a retracção dos mercados de crédito e a falta de liquidez dos bancos, o número de resgates dos fundos investidos na Madoff Investments Securities aumentou levando-a ao colapso.
Devemos então pôr em questão por que motivo não agiu a SEC (Security Exchange Commission) quando esta empresa oferecia aos seus associados lucros muito elevados e anunciando segurança nos seus investimentos. Ora desconhecendo-se a sua proveniência (dos lucros), a situação que já havia sido posta em causa há dez anos devia ter sido averiguada e leva-nos a colocar em questão todo um sistema financeiro baseado em “estratégias de negócio” pouco claras que conduziram à falência grandes bancos e seguradoras mundiais. Esta situação em conjunto com tantas outras anunciadas nos últimos tempos leva-me a pôr em causa até que ponto é robusto o sistema financeiro mundial e até que ponto estão as nossas poupanças em segurança.
Ainda não está claro quantas pessoas estarão envolvidas no esquema fraudulento e exactamente qual os valores em causa, no entanto são muitos os bancos, privados e instituições lesados. Até ao momento os portugueses Millenium, BCP, Banif, BPI e Banco Popular anunciam estar afastados directa ou indirectamente da situação fraudulenta, no entanto, segundo o Banco de Portugal existe por parte dos clientes do Santander Totta uma exposição directa de 16 milhões de euros relativos aos produtos vendidos pelas empresas Madoff. Este valor está longe dos 50 mil milhões de dólares anunciado, no entanto pode colocar em risco os pequenos investidores deste cantinho à beira mar plantado.

Carlos Cerqueira
(artigo de opinião)

Professores Vs Ministra

Nos últimos meses, o país tem assistido a um diferendo entre os professores do ensino obrigatório, representados pelos respectivos sindicatos, do qual se destaca Mário Nogueira, líder sindical da FENPROF, e o governo, cuja face mais visível desta batalha é a actual Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
Estas posições antagónicas resultam da tentativa de implementação de um modelo de avaliação dos professores por parte do executivo, com o qual aqueles não estão de acordo.
As tentativas de diálogo têm se revelado infrutíferas. Porque nenhuma das partes tem tido a capacidade de ceder um milímetro que seja. Se por um lado temos a Ministra, que parece fazer ouvidos moucos às críticas, a defender este modelo como sendo o único possível de executar, já os sindicatos só aceitam como base de negociação uma suspensão imediata do mesmo. Argumentando mesmo que ou a Ministra tem a capacidade de suspender o modelo, ou deve demitir-se.
Sem colocar em causa a eficácia ou não do plano, esta luta parece tornar-se cada vez mais uma questão de teimosia de ambas as facções. Isto porque, após o anúncio da simplificação e algumas alterações ao modelo por parte da Ministra, dos quais faziam parte algumas reivindicações dos professores, como seja o facto de avaliados e avaliadores serem da mesma área, coisa que não acontecia até então, a diminuição da carga horária dos professores com preenchimento de fichas de registo de avaliação, bem como uma significativa diminuição da carga burocrática inerente ao modelo. Estes mantiveram a paralisação marcada para o dia seguinte, que se estima ter atingido uma adesão acima dos 90 por cento, e portanto, uma das maiores de sempre no País.
As opiniões dividem-se, e as que por ventura mais interessariam, como a do Presidente da Republica, não se fazem ouvir. Apelando este apenas ao diálogo entre as partes.
É indiscutível que estamos perante uma questão melindrosa e cuja resolução não se adivinha nada fácil. No entanto, acredito que o executivo não esteja na disposição de prolongar muito mais este diferendo, porque as eleições estão já aí, e esta situação pode custar muitos votos.

Daniel Luis Veiga Gomes
a35010@alunos.uminho.pt
(artigo de opinião)

Piratas do século XXI

Nos últimos meses têm vindo a tornar-se cada vez mais frequentes notícias que dão conta de actos de pirataria nas águas do Golfo do Áden, ao largo da costa da Somália.
Foram já contabilizados mais de 80 sequestros, dos quais se destacam um cargueiro ucraniano carregado com material bélico, o petroleiro saudita, Sirus Star, carregado com 100 milhões de dólares de petróleo bruto, e que se acreditava que os piratas não teriam capacidade para o fazer, e pelo qual pedem um resgate no valor de 25 milhões de dólares.
Recentemente, foi libertado um petroleiro com bandeira liberiana pertencente a uma companhia grega, mediante o pagamento de um resgate, cujo valor não foi anunciado.
Estes factos, levam qualquer cidadão ocidental a questionar-se sobre as razões de tais acções, assim como da possibilidade das mesmas acontecerem em pleno século XXI.
Para tal, devemos olhar para a realidade vivida actualmente na Somália. O país está um caos, a fome e as doenças alastram a cada dia que passa, e as pessoas matam-se por uma porção de comida. É a pobreza levada ao extremo, que faz com que não hajam leis e prosperem actividades corruptas. Das quais se destaca a pirataria, que se estima, este ano tenha um lucro superior a 50 milhões de dólares.
O governo Somali, pela voz do seu primeiro-ministro, Ali Mohammed Ghedi, afirmou já não ter capacidade para controlar estas actividades, pedindo mesmo a intervenção da ONU, através da colocação de capacetes azuis na zona de conflito.
Coloca-se então a questão sobre quem serão os países e/ou organizações que deverão ajudar as autoridades somalis.
A Rússia foi o primeiro país a enviar forças para o local, comprometendo-se a patrulhar o Chifre da África e o Golfo de Aden. Mais recentemente, foi a União Europeia a anunciar o envio de ajuda para o patrulhamento das águas, sem que se conheça ainda a forma que irá tomar a ajuda.
Coloca-se assim a questão sobre de quem deve ser a responsabilidade em situações destas, em que o país que teoricamente devia ter a responsabilidade pelo restabelecimento da normalidade, assume que não tem capacidade para tal.

Daniel Luis Veiga Gomes
a35010@alunos.uminho.pt
(artigo de opinião)

domingo, 21 de dezembro de 2008

CORRIDA CONTRA O “TEMPO”

No período entre 1 e 12 de Dezembro deste ano teve lugar uma conferência em que participam 9000 delegados de 185 países – A Cimeira de Poznan. Este encontro (XIV Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas), na Polónia, tem como objectivo retomar as negociações internacionais para a era pós-Protocolo de Quioto, a partir de 2012. É importante notar, que um ano após o último encontro, a Cimeira de Bali, na Indonésia, quase nenhuns progressos foram feitos e, os que efectivamente se realizaram, decorreram ”a passo de caracol”. Apenas se concretizou um acordo sobre o arranque de um processo negocial, de dois anos, que terminará na Cimeira de Copenhaga, portanto, em 2009.
Após um ano, os progressos decorreram de forma demasiado morosa, não havendo ainda objectivo claros a atingir. De qualquer forma, em Poznan, lançou-se um apelo bastante ambicioso, para estar concluído no final de 2009: um acordo global com o propósito de travar as alterações climáticas.
É pois ambicioso, já que, não existe consenso entre os países, muito menos entre a própria União Europeia a 27, para além do já sabido desleixe dos maiores poluidores, a China e os EUA, que são os exemplos mais gritantes. De qualquer forma, talvez seja desta que a posição dos EUA mude radicalmente (lembremo-nos que fazem parte do lote de países que não ratificaram o Protocolo de Quioto), com agora Barack Obama na presidência.
Com a influência que deve ter, a UE-27 deve tomar e definir uma posição de liderança nas negociações e, como começo, discutiu no mesmo momento da cimeira, um Pacote Energia-Clima. Não obstante, ainda existem arestas para limar. Para a necessária postura comum, não deve haver blocos de países com posições diferentes, refiro-me por exemplo, à Polónia, Alemanha e Itália, os mais críticos. Mas sim uma discussão madura que leve a metas comuns, que acabe por dar frutos e que compila os restantes países para resultados positivos.
Mesmo assim, política é política, e em princípio, nenhum país quererá assumir uma posição definitiva, que será, na sua perspectiva, algo castradora em relação ao seu espaço negocial.
Tudo isto não se resume a uma mera discussão entre países vizinhos ou não. É algo mais importante, e sério. Trata-se de tentar alterar o rumo da história, salvar aquilo que é a base de tudo o que conhecemos. O nosso Planeta.
Sem alterações de comportamento poderão surgir ameaças graves, que arrastarão, tudo, e todos, para um provável cataclismo. Secas de uma intensidade enorme, que afectarão as grandes bacias fluviais e consequentemente a maior parte da população Mundial. Subida do nível das águas que afundarão cidades inteiras. Pandemias de doenças tropicais. E mesmo conflitos armados provocados pela escassez de recursos.
É necessário não dar azo a interesses privados e lutar, mesmo com a agravante da actual crise financeira global. O tempo urge, e deve-se agir no mais curto espaço de tempo. Os alertas estão dados.
Portugal encontra-se neste momento, no top-5 dos países europeus quanto à produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis, e tem a 4ª maior empresa do mundo, made in Portugal, neste campo – a EDP Renováveis. Num futuro próximo consolidará essa posição e, esperemos, escalará mais alguns lugares, tanto a nível europeu como mundial.
Vamos dar o exemplo?

João Manuel Nunes Silva
joaonunessilva@netcabo.pt
(artigo de opinião)

(DES)CONFIANÇA

Como ainda não bastava a actual crise financeira, somos brindados com a descoberta de uma mega-fraude, a um nível não menos espectacular.
No final da semana passada um dos mais influentes financeiros de Wall Street, Bernard L. Madoff, que geria fundos há mais de 40 anos, foi detido pelas autoridades federais norte-americanas por alegada fraude, que provocará perdas a inúmeros investidores, a rondar uns exuberantes 38 mil milhões de euros. Dessa extensa lista fazem parte por exemplo o Banco Santander, com cerca de 2.330 milhões de euros nos fundos de Madoff em nome dos seus clientes, a norte-americana Fairfield Greenwich Group que tinha colocado 7.500 milhões de dólares, correspondente a metade dos seus activos, e também a Union Bancaire Priveé (UBP) com perdas que ascenderam aos 851 milhões de dólares, entre muitos outros. Já em Portugal, o impacto é mais “modesto”, com apenas o BES e o Santander Totta a serem afectados indirectamente, somando perdas de 15 e 16 milhões de euros respectivamente.
Madoff, era visto como um homem que subiu na vida por mérito próprio, através da realização de objectivos cada vez maiores e ambiciosos, e que se notabilizou pela sua actividade no mercado financeiro, chegando um dia, a presidente do NASDAQ. A sua reputação bem como a confiança que lhe depositavam os seus clientes, era essencial, e factor-chave, para o sucesso do seu negócio, a Bernard L. Madoff Investment Securities, que operava desde 1960. Cai agora em desgraça depois de conhecido o esquema fraudulento da sua conceituada instituição, um sistema em pirâmide, que consiste em pagar rendimentos elevados, com o dinheiro de novos investidores que vão entrando e não com ganhos efectivos, gerados em aplicações financeiras. Sendo assim, os novos investidores que entram na base alimentam quem está no topo ou nos níveis superiores. O que falhou então? O facto de determinadas instituições, em contexto actual de crise, pedirem o resgate de quantias avultadas, que não estavam disponíveis, mas que serviram para pagar a investidores mais antigos e de grau hierárquico superior na pirâmide, para além, da não menos “nobre” denúncia de um dos filhos de Madoff.
Uma questão que se coloca, é como uma situação destas consegue passar despercebida por todos e por tanto tempo (40 anos), e também, supostamente, pela SEC (Securities and Exchange Comission) que é a entidade responsável pela regulação do mercado norte-americano. Houve uma clara falha desta, mesmo depois de existirem denúncias credíveis há quase uma década. Ou será que a “rede fraudulenta” conspurcava também esta instituição através de influências?
Põe-se então em causa a qualidade da supervisão financeira das autoridades norte-americanas, que é reincidente (colapso do Bear Stearnse do Lehman Brothers), e consequentemente poderá duvidar-se da capacidade reguladora de outras instituições criadas para o mesmo fim, noutros países. Para além de se começar a analisar mais atentamente onde se investe, com efectiva segurança.
É um problema sério, este da confiança. Se não podemos sossegar, e damos azo à dúvida, pensando que os nossos investimentos que estão afinal nas mãos de alguma instituição, supostamente credível, e de grande reputação, podem de um dia para o outro desaparecer, e que não temos uma entidade reguladora que faça o seu trabalho decentemente, pergunto, e num tom quase pessimista mas a roçar o real: Em quem podemos confiar? No que podemos acreditar? O remédio será confiar, desconfiando.
Maddof aguarda julgamento a 19 de Dezembro e enfrenta uma pena de 20 anos de prisão.
Em Terra de cegos, quem tem um olho é rei”.

João Manuel Nunes Silva
joaonunessilva@netcabo.pt
(artigo de opinião)

Regulação um mito em Portugal

Muitos psicólogos dizem que o ser humano apenas cresce após a superação dos bloqueios que vai encontrando ao longo da sua vida, é com a superação dos erros e bloqueios que avançamos para a próxima fase da nossa vida com as lições apreendidas dessa mudança e assim consecutivamente até ao estagio final da nossa vida, transpondo isso para a economia e Portugal, podemos dizer que é em tempos de crise que muitas lições se aprendem e é após ultrapassar essa crise que vêm o tempo de bonança, de pujança económica, pensemos por exemplo na grande depressão de 1929 a sua superação levou os EUA a alcançarem o topo da economia mundial.
Mas olhando para Portugal seria mos talvez a excepção que confirma a regra, crescemos rapidamente, talvez até rápido demais no passado, infelizmente agora continuamos a cometer erros atrás de erros e a comprometer o nosso futuro que em vez de céu limpo, parece uma tempestade contínua. As politicas económicas proclíticas que o governo continuam a tomar não parecem ajudar, há nove anos que somos enganados com a sub avaliação da inflação nos orçamentos de estado, há nove anos que o nosso crescimento não e digno de registo, e os cidadãos parecem continuar a apoiar estas medidas, inertes a viver da saudade. Na minha opinião não é preciso mais qualidade no capital humano, talvez seja sim preciso mais cultura geral, mais gosto pelo saber, pelo querer fazer e realizar como diriam os americanos a procura do sonho, se assim não for continuaremos numa sociedade onde ''O discurso politico é orientado a compreensão de uma criança de dez anos'' fazendo nos continuar no mesmo caminho.
Numa altura onde muito se fala de avaliação e formas de avaliação, talvez nos devêssemos perguntar onde está essa avaliação, essa regulação do poder político e económico, será justo pedir aos professores que avaliem colegas em matérias que não se encontram qualificados? Será justo pedir avaliação aos órgãos governativos? Quem regula ou avalia os contínuos erros do Banco de Portugal e do seu presidente, como é possível permitir um caso BPN, BPP entre outros e não haver repercussões, quando se faz um trabalho de fraca qualidade numa empresa o normal e ser dispensado do serviço, porque é que não acontece isso regularmente no governo, no sector empresarial publico onde as dividas da TAP, CP, CARRIS, Sistema de Saúde são esquecidas e aumentam a bom ritmo, quando é que será necessário pensar na divida externa portuguesa. Como é possível concordar com este mega plano de salvação do crédito em Portugal que quase imperceptível a nível de fornecimento de moeda por parte dos bancos as pessoas e as empresas antes pelo contrario tornou mais difícil o acesso ao credito. É preciso aumentar a confiança fomentar o investimento mas para isso acontecer é preciso regulação, acima de tudo acção por parte do Banco de Portugal que se faça sentir pois já sabemos que a sedentariedade faz mal a saúde, a saúde de nossa economia.

José Ferraz
jotahh@gmail.com
(artigo de opinião)

Investimento Publico - será esse o caminho a seguir?

O Primeiro-ministro, José Sócrates acha que o investimento público, as grandes obras vão ajudar na crise mas muitos economistas não partilham da mesma opinião, eles pensam que esses investimentos deviam alguns cancelados, outros atrasados pois não irão ajudar a atenuar a crise que se vai começar a fazer sentir cada vez mais, estes investimentos correm o risco de potenciar ainda mais o sentimento com que se vive hoje dia, a maioria desse investimento não seria investir em Portugal, mas sim investir no estrangeiro isto é iria acontecer um aumento das importações pois iriam afectar empresas importadores e não exportadoras, a grande maioria dessas empresas corre sérios riscos com a falta de credito e pouco investimento nos seus negócios, é necessário fomentar as empresas que exportam que criam mais-valias para Portugal e o seu crescimento. Este investimento público é também um perigo a nível da nossa divida, cada ano que passa e maior brevemente ninguém nos empresta dinheiro e não interessando em nada o motivo principal que levou a salvação do BPP e BPN. A grande sorte de Portugal é estar incluído numa zona económica, a UE, que lhe da um certo grau de manobra pois não ajuda deixar cair um pais, como não ajudava ao governo deixar cair o BPN. É necessário combater o proteccionismo do emprego, é necessário investir nas nossas vantagens comparativas, aumentar a nossa competitividade e exportar mais, agora que não temos a politica monetária ao nosso dispor temos que seguir pela politica orçamental investir em ID, educação de forma a mudar o rumo da economia portuguesa, é o caminho indicado, não temos as vantagens que as novas economias emergentes possuem, somos um pais pequeno mas um pais capaz temos que aproveitar e capitalizar o ''Império Português'' de oportunidades, que cada dia que passa vê o seu leque reduzido, o Mundo está cheio de bons exemplos, não precisamos de os copiar ou recriar, somos aventureiros desde a nossa criação, por isso inventemos as nossas oportunidades não podemos e cair nos mesmos erros do passado.

José Ferraz
jotahh@gmail.com
(artigo de opinião)