domingo, 23 de dezembro de 2018

sábado, 22 de dezembro de 2018

Criptomoedas e a ´Blockchain`

As  criptomoedas  têm  dado  muito  que  falar,  em  especial  nos  últimos  dois  anos,  após  o  “boom”  ocorrido  em  Janeiro  de  2018,  seguido  do  “crash”  até  ao  presente.  No  início  de  2018,  o  mercado  das  criptomoedas  chegou  a  atingir  os  700  mil  milhões  de  dólares.  Hoje,  vale  cerca  de  125  mil  milhões.  A  queda  foi  resultado  da  implementação  de  contractos  futuros,  que  facilitaram  o  “short”  da  criptomoedas  (BTC),  eliminando  o  preço  fictício  que  detinha,  derivado  da  alavancagem  permitida  pelas  corretoras.  Ou  seja,  sem  alteração  dos  fundamentais,  as  criptomoedas  cresceram  exponencialmente,  atingindo  valores  insustentáveis,  alimentados  por  dívida,  e  após  pressão  dos  vendedores  (provocando  o  chamado  “margin  squeeze”),  posições  alavancadas  foram  forçadas  a  serem  vendidas.  A  exemplo,  a  Bitcoin  caiu  de  máximos  de  19  000 $  para  os  4  000 $  (preço  médio  corrente).
Esta  desinformação  deveu-se  ao  facto  de  as  transações  das  criptomoedas  serem  maioritariamente  realizadas  por  “investidores  de  retalho”,  e  não  por  investidores  institucionais.  Logo,  estes,  sendo  mais  desinformados,  estão  mais  facilmente  sujeitos  a  manipulações  e  persuasões  sobre  as  suas  expetativas,  ou  seja,  maior  parte  do  volume  transacionado  era  derivado  de  indivíduos  que  não  sabiam  o  que  estavam  a  comprar. Mas  então,  se  não  existiu  alterações  dos  fundamentais,  de  onde  veio  esta  euforia  sobre  a  tecnologia  “Blockchain”?
Apesar  destas  conotações  negativas,  as  criptomoedas  têm  como  objetivos  resolver  certos  problemas  inerentes  a  um  sistema  fiduciário  tradicional,  nomeadamente  o  problema  de  inconsistência  temporal.  Na abstenção  de  políticas  reguladoras,  entidades  responsáveis  pela  oferta  e  distribuição  monetária  (B.C.  e  bancos  comerciais)  não  são  incentivadas  a  reter  moeda  de  forma  a  evitar  uma  sobre-inflação  dos  preços  (White  1999).  Produtores  de  moeda  podem  criar  moeda  de  forma  a  “produzir”  receita,  hiperinflacionando  a  economia,  contudo  potenciais  consumidores  não  têm  incentivos  para  reter  a  mesma. 
Apesar  deste  fenómeno  não  ser  visível  em  economias  avançadas,  é  fortemente  realizável  em  economias  subdesenvolvidas,  como  a  hiperinflação  do  dólar  Zimbabuense  de  2009,    ou    a    recente    crise    vivida    na    Venezuela,    onde    o    próprio    dinheiro  (papel)    é    usado    para    produzir    acessórios    de    moda (Ex:  Bolsas  e  carteiras).    Visto o sistema  bancário  e  financeiro  ser  o  intermediário  entre  Bancos  Centrais  e  a  população,  a  confiança  na  moeda  fiduciária  encontra-se  paralelamente  subjacente  ao  funcionamento  deste  primeiro,  o  que  implica  que  apenas  uma  pequena  intervenção  de  agentes  maliciosos  (gananciosos)  ou  manipuladores  (Ex:  ciclo  político  económico  e  as  eleições),  possa  destabilizar  completamente  uma  economia. 
As  criptomoedas,  face  aos  problemas  descritos,  eliminam  a  necessidade  de  intermediários  bancários  na  realização  de  transações,  permitem  uma  descentralização  governamental  quanto  à  emição  de  moeda  e  têm  o  potencial  de  eliminar  qualquer  tipo  de  atividade  corrupta,  se  estas  destituíssem  o  seu  caráter  anónimo. 
São  compreensíveis  as  razões  pelas  quais  as  criptomoedas  são  um  “bicho  de  7  cabeças”.  Na  sua  estrutura  atual,  são  dificilmente  taxáveis,  eliminariam  o  poder  das  políticas  monetárias  (se  assumidas  como  moeda  principal  corrente),  são  demasiado  voláteis , levando  a  um  “pricing  out  the  dollar”  (  Warren  Buffet  2017)  e,  acima  de  tudo,  dado  o  seu  caráter  anónimo  facilitam  o  tráfico  ilegal. 
Concluindo,  no  seu  estado  atual,  as  criptomoedas  de  pouco  servem    e    não  devem  sequer    ser  consideradas    moedas,  contudo  a  potencialidade  da  tecnologia  por  detrás  delas  é  ilimitada.  Eliminando o caráter anónimo,  o  tráfico  ilegal  das  mesmas  seria  fortemente  limitado,  bem  como  a  própria  corrupção  (David  Cameron:  "most  excites  me  is  the  potential  that  your  technology  has  to  fight  corruption”).  A  transparência daí decorrente permitiria  a entidades  centrais  seguir o rasto de  qualquer  ato  ilegal  cometido.  Finalmente,  para  defensores  de  mercados  livres,  a  blockchain  é  o  passo  certo  para  a  destituição  de  barreiras  à  proliferação  comercial.  Se pensarmos mais além,  quando  reduzidas  discrepâncias  económicas  entre  os  países,  tal seria um  grande  passo  para  a  criação  de  uma  área  monetária  ótima.  

Luan  Fermino  Pires

[artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular “Economia Portuguesa e Europeia” do 3º ano do curso de Economia (1º ciclo) da EEG/UMinho]

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

O negócio dos ginásios: a “moda” veio para ficar?

  Cada vez mais os portugueses se preocupam com a prática de exercício físico, quer para manter um estilo de vida saudável quer devido a questões estéticas. São influenciados também pelas redes sociais e media, que cada vez mais promovem não só o exercício e a alimentação mas a imagem de um corpo perfeito. Mas será que os portugueses se renderam completamente? A resposta é não. Portugal ainda se encontra na cauda da Europa no que diz respeito à prática de exercício físico.
De acordo com o Eurobarómetro de 2017 da União Europeia, 68% dos portugueses não praticam qualquer exercício físico podendo ser apontadas as dificuldades económicas e a falta de tempo como principais razões. Só a Grécia e a Bulgária apresentam piores indicadores. Apenas 5,4% da população é que faz exercício físico em ginásios, correspondendo a 540 mil pessoas. Todavia, após uma queda acentuada entre 2010 e 2013, a prática de exercício físico tem vindo a aumentar, sobretudo associada aos ginásios. Segundo os dados mais recentes da AGAP (Associação de Empresas de Ginásios e Academias de Portugal), o setor tem cerca de 1100 unidades, que respondem a uma faturação da ordem dos 220 milhões de euros e perto de 20 mil postos de trabalho a tempo inteiro. O valor médio de uma mensalidade situa-se nos 38 euros.
Um aspeto importante foi o aparecimento de cadeias de ginásio low cost, que veio dar um novo, e grande, impulso ao setor, quando o fator determinante para os portugueses praticarem exercício físico é o preço, tendo-se vindo a assistir a uma diminuição do preço médio da mensalidade nos últimos anos, permitindo a este segmento de mercado, o low cost, crescer e aumentar a procura.
As cadeias presentes em Portugal estão atentas ao mercado e reconhecem que “há muita margem para crescer”, afirma Sofia Sousa, CEO do Holmes Place. Neste sentido, o setor estabeleceu como meta atingir o milhão de praticantes de atividade física em ginásios até 2025. Dados de 2016, revelam que o número de sócios dos ginásios tinha crescido 30% nesse ano e o número de espaços tinha aumentado 14%, destacando-se o Holmes Place, o Fitness Hut e o Solinca como os maiores operadores nesse ano.
No entanto, para o presidente da AGAP, a taxa de IVA é um entrave à expansão dos ginásios, sendo necessário reduzir a taxa, que atualmente é de 23%. Um dos argumentos que é utilizado para a defesa da redução desta taxa é o investimento na prática de exercício físico, o qual, poderá gerar uma poupança na saúde, isto é, trabalhar ao nível da prevenção da doença ao invés de investir na cura.
Na minha opinião, se há algum tempo poderia ser considerado uma moda, a verdade é que o fitness vem, de ano para ano, a conquistar cada vez mais adeptos e a demonstrar que os portugueses querem combater o sedentarismo. Além disso, doenças como a obesidade e muitas outras podem ser prevenidas através da prática de exercício. Esta é uma tendência para o futuro que vem não só melhorar o estilo de vida de cada um como criar diversas oportunidades de negócio.

Ana Cláudia da Silva Pereira

Referências:
·        Expresso;
·        Dinheiro vivo;
·        Jornal de Notícias.
 [artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular “Economia Portuguesa e Europeia” do 3º ano do curso de Economia (1º ciclo) da EEG/UMinho]

Guimarães, uma cidade que pensa Verde

Guimarães, apesar de ser uma cidade carregada de história e de idade, não se mostra presa no passado, mas sim voltada para o futuro ou, melhor dizendo, para um futuro mais verde. Foi considerado o município mais sustentável de 2018, alcançando a melhor pontuação no programa ECOXXI, uma iniciativa da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), destinada a premiar as boas práticas e políticas ambientais dos municípios portugueses.
 A cidade berço possuí a ambição de tornar o seu concelho mais verde, como prova disso foi a sua candidatura a Capital Verde Europeia 2020, distinção máxima da Comissão Europeia para cidades com mais de 100 mil habitantes. Guimarães alcançou o 5º lugar entre as 13 cidades candidatas ao prémio, resultado este muito positivo para o município, apesar de não ter ganho. A par da sua candidatura, são vários os projetos que fazem com que este caminho em direção à sustentabilidade se alcance mais rapidamente.
Um exemplo de sucesso são as Hortas Pedagógicas: existem 525 talhões, num total de 6,4 hectares de terreno no coração da cidade, com lista de espera, as quais, permitem às pessoas que vivem em ambiente urbano usufruir de terreno agrícola e realizar o próprio cultivo.  Atualmente, existem mais de 20 brigadas verdes com mais de 2000 soldados ambientais e as emissões de CO2 foram reduzidas em 20%. Estas brigadas verdes consistem na reunião dos soldados ambientais nas respetivas freguesias todos os fins de semana para realizarem alguma iniciativa pelo ambiente.
No centro histórico, os papa-chicletes e os ecopontas, desenvolvidos numa parceria do município com a Universidade do Minho, são os locais onde os cidadãos deitam as chicletes e as pontas de cigarro. No futuro, vão servir para fazer mobiliário urbano, como bancos de jardim. Além disto, está a ser construída a rede de 20 quilómetros de ciclovias ecológicas que, no futuro, se vai estender às principais vilas do concelho. Esta rede de ciclovias visa incentivar os vimaranenses a aumentar as suas deslocações com recurso a bicicletas, diminuindo o número de carros em circulação.
De salientar que, com a candidatura a Capital Verde, a Câmara de Guimarães decidiu construir um edifício que fosse exemplo de sustentabilidade ambiental, energética e, consequentemente, económica. Assim, surgiu em 2017 a Academia de Ginástica de Guimarães, um edifício autossustentável e próximo do “carbono zero”, que serve para a formação de atletas de ginástica e que já conta com quase mil praticantes em menos de um ano.
Na minha opinião, é cada vez mais urgente mudar a consciência da nossa população relativamente aos problemas ambientais, tendo as medidas políticas um papel primordial nesta causa. Guimarães é um exemplo de um município que reconhece que são as pessoas que vão criar um desenvolvimento sustentável no futuro, e não as autoridades da cidade. No entanto, parte destas autoridades a iniciativa e o exemplo a seguir para que as pessoas construam um futuro sustentável.
Deste modo, estas iniciativas deverão servir como modelo para outras cidades e, desta forma, introduzir mais hábitos e projetos, que visam a sustentabilidade ambiental no nosso país, para todos juntos contribuirmos para um futuro mais verde.

Ana Cláudia da Silva Pereira

[artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular “Economia Portuguesa e Europeia” do 3º ano do curso de Economia (1º ciclo) da EEG/UMinho]

O desemprego na Zona Euro

A Zona Euro refere-se à uma união monetária dentro da União Europeia, na qual alguns Estados-membros adotaram oficialmente o euro como moeda comum. Esta é a segunda maior economia do mundo, segundo estimativas da Agência Central de Inteligência (CIA), em 2013. Atualmente, são 19 estados membros da União Europeia que fazem parte da zona do euro, nomeadamente: a Alemanha, a Áustria, a Bélgica, o Chipre, a Eslováquia, a Eslovénia, a Espanha, a Estónia, a Finlândia, a França, a Grécia, a Irlanda, a Itália, a Letónia, a Lituânia, o Luxemburgo, a Malta, os países baixos e Portugal. No entanto, Alguns países que fazem parte da União Europeia resolveram não adotaram a moeda única, a exemplo de Inglaterra, Suécia e Dinamarca.
Em relação ao desemprego, este é um tema muito relevante e discutido na atualidade, uma vez que é um dos maiores problemas do mundo em que vivemos. Segundo Garraty, o desemprego significa a condição da pessoa sem algum meio aceitável de ganhar a vida e os desempregados são pessoas capazes de trabalhar para satisfazer as suas necessidades mais ociosas, que elas possam fazer para atender às necessidades da sociedade. Desta forma, o desemprego fica caraterizado como sendo a não possibilidade do trabalho assalariado ou por conta própria nas organizaçōes.
Na Zona Euro, a taxa de desemprego fixou-se em 8,6%, em Janeiro, estável em relação a Dezembro e abaixo dos 9,6% de Janeiro do ano passado (2017). Este era o valor mais baixo que se verificou em janeiro quando foi feito o estudo. Contudo, o nível se manteve estável em Outubro de 2018, em 7,3%, o mesmo valor foi registrado em Dezembro.
Segundo os dados do Eurostat, entre os Estados-membros da União Europeia, as taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (2,2%) e Alemanha (3,3%), enquanto as mais elevadas foram observadas na Grécia (18,9% em agosto) e na Espanha (14,8%).
As descidas mais acentuadas foram registadas em Chipre, Grécia, Croácia, Espanha e Portugal, onde o desemprego caiu, em Janeiro, para 7,9%. Dados recentes mostram que desde janeiro de 2018 a taxa de desemprego na zona do euro tem vindo a descer consideravelmente, recuando para 8,1% em Agosto de 2018.
 Entretanto, esta manteve-se constante, em outubro, em 8,1% (quando comparada com os meses de Agosto e Setembro), na zona euro e na União Europeia (UE), com Portugal a registar a quarta maior descida (de 8,4% para 6,7%), depois da Croácia (de 10,2% para 8,1%), da Grécia (de 20,8% para 18,9%, em agosto) e da Espanha (de 16,6% para 14,8%).
Segundo os dados da Eurostat, este é o valor mais baixo na taxa de desemprego registado até Outubro de 2018:

Figura 1: Desemprego na Zona Euro
Fonte: Eurostat

É de salientar que em relação ao desemprego jovem, isto é, respeitante a jovens com idade inferior a 25 anos, este desceu tanto na Zona Euro como na União Europeia.  Dados da Eurostat mostram que, em Janeiro deste ano, 3.646 milhões de jovens estavam desempregados, dos quais 2.535 milhões na Zona Euro.  
Em comparação com Janeiro de 2017, o desemprego jovem caiu em 333 mil na União Europeia e em 280 mil na Zona Euro. A taxa de desemprego jovem desceu para 16,1% na UE e para 16,6 % em agosto de 2018 na região da moeda única, o que compara com 17,6% e 19,9%, respetivamente, em Janeiro de 2017.


Ilustro no gráfico abaixo a considerável descida na taxa de desemprego entre os jovens:

Figura 2: Desemprego entre jovens

Tendo em conta que a taxa de desemprego tem vindo a diminuir de forma significativa, acompanhada de um aumento dos salários mais baixos, pode-se concluir que o progresso económico e tecnológico tem sido cada vez mais notório, causando assim um impacto extremamente positivo na Economia Portuguesa e Europeia. Constatei também que a taxa de desemprego e o salário mínimo possuem uma relação direta, uma vez que o Professor Doutor João Cerejeira, afirma que a acentuada subida no salário mínimo nacional (SMN) é fruto de uma considerável redução na taxa de desemprego.

Shelcia Sofia Lima Custódio

[artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular “Economia Portuguesa e Europeia” do 3º ano do curso de Economia (1º ciclo) da EEG/UMinho]

Desemprego em Portugal

A evolução do desemprego é um fator de preocupação, não só em Portugal, mas em todos os países. O emprego é a principal fonte de rendimento de muitas famílias e, portanto, a sua perda pode ter vários impactes negativos, implicando, muitas das vezes, a redução da qualidade de vida e a perda de bem-estar.
Para conhecer o estado em que um país se encontra a nível de desemprego, é necessário realizar uma avaliação da população, que pode ser feita utilizando alguns métodos. Um deles é a análise da situação laboral dos indivíduos, na qual se contabiliza o número de indivíduos empregados, desempregados, reformados, etc.
Pessoas (com idades compreendidas entre os 15 e os 74 anos) que não têm emprego, mas que estão ativamente à procura de emprego e se encontram disponíveis para trabalhar, constituem a população desempregada. Ainda que os Centros de Emprego trabalhem para auxiliar as pessoas na procura de emprego, o processo pode ser algo complicado e demorado. A taxa de desemprego permite-nos definir o peso da população desempregada sobre o total da população ativa. Através deste resultado é então feita a avaliação da situação.
As piores taxas do desemprego português foram registadas em 2013, quando a taxa de desempego atingiu 16,25%. Quando comparado com o resto da União Europeia, Portugal esteve sempre numa pior posição, registando sempre taxas de desemprego bastante superiores. A partir de 2013, o desemprego começou a sofrer uma diminuição bastante significativa, acompanhando a tendência decrescente que se verificava na União Europeia.
Atualmente, o desemprego nacional está a passar uma boa fase. Em Portugal, segundo dados estatísticos do INE, a taxa de desemprego estabilizou em julho nos 6,8%, o que corresponde ao nível mais reduzido desde setembro de 2002. Face a julho de 2017, a queda foi de 2,1 pontos percentuais, enquanto no Chipre totalizou 3 pontos percentuais e na Grécia 2,2 pontos percentuais.
Na Zona Euro, a taxa de desemprego estabilizou em 8,2%, um mínimo desde novembro de 2008, enquanto na União Europeia desceu uma décima, para 6,8%, igual ao valor registado em Portugal. No ranking dos países com a taxa de desemprego mais elevada, Portugal desceu mais uma posição, igualando agora o registado pela Eslováquia.
O desemprego trata-se de recursos desperdiçados, pois os indivíduos que se encontram desempregados têm capacidade para trabalhar e contribuir para a economia, no entanto, não o fazem.

Ana Rita Jordão Macedo

[artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular “Economia Portuguesa e Europeia” do 3º ano do curso de Economia (1º ciclo) da EEG/UMinho]