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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

¿Cuánta energía consumen tus electrodomésticos en casa?

Para responder a esta pregunta, es fundamental conocer la cantidad de consumo energético de tu hogar y además saber cómo se calcula este consumo, para así no solo tener como resultado el ahorro en tu próxima factura de la luz, sino también optimizar el uso de los recursos del planeta.


Nuestra factura de la luz se destina principalmente a la calefacción, y en segundo lugar a los electrodomésticos. Y te preguntarás, ¿cómo poder ahorrar en el consumo de energía de estos?, el primer paso, es encontrar el proveedor de luz adecuado y para ello puedes utilizar un comparador de luz, que te permitirá encontrar las mejores tarifas; luego es imprescindible saber cuánto consume cada uno de tus electrodomésticos y hacer un uso responsable, eficiente y adecuado.


El consumo energético de tu electrodomésticos varía según el modelo y la marca, es por este motivo que te recomendamos revisar la clasificación energética o la misma pegatina del electrodoméstico para que tengas un dato más exacto, sin embargo a continuación te mostramos el consumo promedio de cada uno: 



Electrodoméstico

Consumo anual

Consumo anual aproximado (€)

Nevera

650 kWh/año

84

Televisión

263 kWh/año

34

Lavadora

500 kWh/año

64

Secadora

300 kWh/año

39

Lavavajillas

300 kWh/año

39

Aire acondicionado

3000 kWh/año

385

Horno Eléctrico

231 kWh/año

30

Stand by

231 kWh/año

30

Plancha*

3000 W

Aspiradora*

1600 W

Tostadora*

1500 W

Vitrocerámica*

2000 W

Secadora de pelo*

3000 W

Microondas*

1500 W

Estufa*

2000 W

Bombillas*

40 W

*Al ser un electrodoméstico que no se usa de manera continua no se puede medir el consumo en kWh/año


¿Cómo calcular el consumo energético?: Fórmula para calcular el consumo de un electrodoméstico 


Para poder calcular cuánta energía consumimos, debemos conocer cómo contabilizar la cantidad de kilovatios (kWh) que un electrodoméstico o cualquier aparato electrónico ha consumido, y se tiene que aplicar con una fórmula, de la siguiente manera:


Energía Consumida = Potencia eléctrica (kW) x Tiempo de utilización (h)


Al tener la energía consumida en kilovatios (kWh) procederemos a calcular cuánto nos costaría utilizar este artefacto, multiplicándose con el precio de la luz, como por ejemplo:


Potencia eléctrica (1 kW) x Tiempo de utilización (5 h) x Precio de la luz (0.14791 €/kWh) = 0.74 € 


Esto quiere decir que, al usar 5 horas este artefacto eléctrico habremos gastado 0.74 € de nuestro presupuesto. Cabe destacar que, dentro de tu factura de luz se integran otro tipo de conceptos que veremos más adelante y que pueden aumentar el pago a fin de mes, por ello te recomendamos darte de alta a luz con el mejor proveedor. 


Si quieres contratar la mejor tarifa de luz para tí, te recomendamos asesorarte con uno de nuestros expertos.


¿Cuánto se gasta de electricidad en un año? 


Según las estadísticas, se sabe que, la media de consumo anual por cada hogar es de aproximadamente 3,487 kWh, de los cuales, un 25% corresponde con el consumo de electricidad. Por lo que, esto supondría un costo a cada familia cerca de unos 990 euros anuales, mientras que una vivienda unifamiliar requiere un poco más de consumo y puede llegar hasta los 3,754 kWh/año, que son cerca de 1,070 euros anuales.


A continuación podrás ver un aproximado del consumo energético por el tipo de familia y cantidad de personas que viven en una casa: 


  • Una persona, 2,198 kWh/año.

  • Dos personas, 2,450 kWh/año.

  • Tres personas, 2,703 kWh/año.

  • Cuatro personas, 2,956 kWh/año.

  • Cinco personas, 3,208 kWh/año.


La verdad es que, muchas veces, es complicado saber exactamente cuánto de electricidad gastamos diariamente, ya que los recibos de luz integran conceptos como el término de potencia contratada, alquiler del contador, impuestos sobre la electricidad, entre otros, que aumentan la tarifa que se paga al mes.


¿Qué es el consumo fantasma y cuánto aumenta la factura de luz? 


Finalmente, es importante conocer acerca del consumo fantasma de electricidad, esta es la cantidad de electricidad que están gastando los dispositivos conectados a la corriente en standby o prendidos sin utilizarse, como por ejemplo, los cargadores móviles, el LED de la televisión, una consola de playstation apagada, el decodificador de la tv, etc. Si bien el mayor consumo es el de los electrodomésticos, se recomienda tener estos consumos controlados ya que suponen alrededor de 3000 kWh al año aproximadamente. 


Si tu objetivo es tener un consumo responsable de energía, te recomendamos que no dejes ningún aparato en modo fantasma y que lo apagues de forma completa, y si es posible desconectarlo de la corriente eléctrica. Debido a que, al estar conectado sigue consumiendo kWh, y por tanto, sigue aumentando el consumo del hogar en tu hogar.


Fuente: https://www.companias-de-luz.com/noticias/consumo-de-energia-de-tus-electrodomesticos/




Sara Fernandez

Especialista en energía 

Agencia Servicios de Luz

sara.fernandez@papernest.com

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

"As reformas da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social"

«Tal como em fronteiras gaulesas de idos séculos, a velhice continua a ser um peso em vez de ser uma dignidade.
 “Outrora, a velhice era uma dignidade; hoje, ela é um peso” (François Chateaubriand, 1768-1848). Sempre que se fala de reformas, sejam elas da Caixa Geral de Aposentações ou da Segurança Social, não se pode divorciar este statu quo das actuais deduções para efeitos de IRS que vieram dar expressão a nuvens que se acastelavam no horizonte de um país em que parte dessa factura viria a recair sobre os reformados, uns tantos, em idade avançada e achacados pela doença que geralmente lhe subjaz.
Reporto-me às deduções em IRS, em vigor até 2011, em que os portugueses puderam deduzir, sem qualquer limite, 30% em despesas de saúde. Nos dias de hoje, os doentes apenas podem deduzir 10% destas despesas até um ridículo valor máximo de 838,44 euros anuais (grosso modo, 167 contos anuais e 14 contos mensais em moeda antiga). Ou seja, em Portugal, a condição de velho e doente crónico com “pesares que os ralam na aridez e na secura da sua desconsolada velhice” (Garrett) passou a ser tida não como uma desgraça, mas como coisa supérflua de quem desfruta férias em luxuosas estâncias balneares.
Em vez de aumentar, na medida do possível, as reformas da Segurança Social, sob o pretexto de uma medida de duvidosa justiça social, pretende o actual Governo aproximar estas reformas com as da Caixa Geral de Depósitos, aumentando aquelas à custa destas no incumprimento de regras previamente estabelecidas para com os aposentados da função pública que contratualizaram com o Estado, na altura pessoa de bem, as respectivas condições.
Acresce que o recente chumbo do Tribunal Constitucional sobre os cortes anunciados para as pensões de aposentação leva à procura de soluções por outros meios. Assim, “o Governo não apresentará mais propostas para uma reforma global das pensões, mas não afasta retomar cortes temporários. A CES poderá estar de volta em 2015. Tribunal Constitucional deixou a porta aberta, dizem constitucionalistas” (Jornal de Negócios, 19/08/2014).
Costuma dizer-se que “de Espanha nem bom vento nem bom casamento”. Este aforisma não encontra expressão quando se cotejam os maus ventos que varrem este extremo ocidental da Europa com os bons ventos da política governamental espanhola. Assim, aquando da apresentação do Orçamento do Estado 2013, referindo-se aos pensionistas, em declarações à TVE, o primeiro-ministro espanhol fez a seguinte declaração:
“A primeira prioridade é tratar os pensionistas da melhor maneira possível. A minha primeira instrução ao ministro das Finanças é a de que as pessoas que não devem ser prejudicadas são os pensionistas. No Orçamento do Estado deste ano só há dois sectores que sobem: os juros da dívida e as pensões. Não tenho nenhum interesse e se há algo em que não tocarei são as pensões, o pensionista é a pessoa mais indefesa, que tem a situação mais difícil, porque não pode ir procurar outro posto de trabalho aos 75 ou 80 anos, tendo uma situação muito mais difícil.”
Em Portugal, relativamente, menos sacrificados com os cortes de pensão são os aposentados de elevados cargos políticos ou de reformas chorudas. Os outros, “a gentinha”, se para além de reformados sofrerem de doenças crónicas ou outras que façam perigar a própria vida são, por vezes, coagidos, por carência económica, a não poderem comprar todos os medicamentos receitados por médicos. Ou seja, com uma certa dose de cinismo, o doente de fracos cabedais corre perigo de vida com vantagem para a fazenda pública por ser uma pensão a menos a ser paga pelo erário público, justificando, assim, más consciências preocupadas em desanuviar os cofres do Estado com pagamento de reformas e despreocupadas com a administração dolosa de determinado sistema bancário nacional cobrindo os seus prejuízos com aumento de impostos de reformados, ainda que velhos e doentes, em execrável desumanidade social e, até, uma certa estupidez ao não ter em linha de conta essa situação. Reformados que pela sua grande expressão numérica são potencialmente capazes de influenciar drasticamente os resultados eleitorais. Facto só compreendido, tarde e a más horas e em proximidade de eleições, pelo PSD ao procurar um aliado no PS que, inteligentemente, declinou esta espécie de convite envenenado.
Por ter feito referência, no parágrafo anterior, “à administração dolosa de determinado sistema bancário nacional”, exemplifico com três casos: o BPN, “com um prejuízo para o Estado que pode atingir 5,8 milhões de euros” (PÚBLICO, 12/06/2012); o Banco Espírito Santo, com prejuízos ainda não apurados na sua verdadeira dimensão; e o Montepio Geral, “em que o Banco de Portugal tem em curso uma inspecção forense, o que indicia que há fortes suspeitas de ilícitos criminais cometidos no quadro da actividade desenvolvida pela instituição mutualista” ( PÚBLICO, 16/08/2014).
Resumindo e concluindo, tal como em fronteiras gaulesas de idos séculos, no dealbar deste novo milénio, “neste jardim à beira-mar plantado” com cardos de injustiça, a velhice continua a ser um peso em vez de ser uma dignidade. Este, portanto, o panorama social de um país em que a crise europeia serve de álibi para, como sói dizer-se, ser-se forte para com os velhos e doentes e fraco para com os detentores de grandes fortunas em fuga aos impostos por declarações falsas ou “esquecidas” pelos declarantes. Exagero meu? Como escreveu Eça, “exageração era pintar a cobra e depois pôr-lhe quatro pernas!”»
RUI J. BAPTISTAEx-docente do ensino secundário e universitário e co-autor do blogue De Rerum Natura
(reprodução de artigo de opinião Público online, de 09/09/2014) 
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

terça-feira, 1 de março de 2011

sábado, 23 de outubro de 2010

"País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses"

‎"Ordinariamente todos os ministros...vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. ... Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?"
Eça de Queiroz (1867)

(citação de do escritor português Eça de Queiroz, obtida via Facebook de Marinha Queirós)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009

terça-feira, 5 de maio de 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

quarta-feira, 8 de abril de 2009

"sobre os resultados da Cimeira do G-20"

Sobre os resultados da Cimeira do G-20

(título de mensagem, datada de Quarta-feira, 08 de Abril de 2009, disponível em Economia Portuguesa)

terça-feira, 31 de março de 2009

"Crise Mundial: Perspectivas Brasileiras"

"Crise Mundial: Perspectivas Brasileiras"

(título de mensagem, datada de Terça-feira, 31 de Março de 2009, disponível em Economia Portuguesa)

terça-feira, 24 de março de 2009

Um virar de página?

*
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 24 de Março de 2009, disponível em Economia Portuguesa)